sábado, 22 de agosto de 2020

Á descoberta de PIODÃO - (01)

 A Aldeia Histórica de Piodão, localizada numa das encostas da Serra do Açôr está inserida na classificação das Aldeias de Xisto sendo considerada de interesse público. A sua construção em forma de anfiteatro define uma adaptação perfeita ao meio ambiente que a rodeia.

Há já algum tempo que tínhamos no nosso horizonte preparar uma viagem para visitá-la tendo-se proporcionado fazê-la durante este mês de Agosto.

A componente natural da Serra do Açor foi, desde há muitos séculos, um atractivo para a fixação do homem na região e dada a quantidade de pastagens e nascentes que ali existem, foi por demais evidente que os pastores por ali permanecessem e fizessem a sua vida. rebanhos, cavalos e éguas invadiram então o território.

A adaptação do povoado à morfologia do terreno resultou num traçado de ruas sinuosas constituindo uma malha compacta, típica de muitas aldeias medievais. O material dominante na construção é o xisto, utilizado nas fachadas, coberturas e pavimento das ruas.

Actualmente tem-se vindo a verificar o aparecimento de novas construções que em nada respeitam as características ancestrais do PIODÃO, começando a descaracterizá-lo, com enorme prejuízo histórico e ambiental. Seria bom que o poder autárquico da região controlasse melhor as licenças que são atribuídas para novas edificações.

Como já sabem, este Blogue é essencialmente fotográfico e é nas imagens que nos vamos centrar.

Vamos a elas:

Miradouro escolhido por Miguel Torga para se despedir

Lá bem ao fundo já de descortina a aldeia

Como se vê, Piodão está bem inserido na encosta da Serra do Açôr

Perspectiva do Hotel do Inatel e da Aldeia

Hotel do Inatel onde ficamos instalados ( o único na zona )


Perspectiva de Piodão construído em forma de anfiteatro

Chegados à entrada da aldeia

Perspectivas da entrada do Piodão

A Igreja Matriz

Interior da Igreja Matriz

Aqui iniciamos a subida que nos leva à visita a todo o conjunto arquitectónico

Ficamos por aqui hoje. Continuaremos a dar-vos conta da visita nos próximos capítulos. 
Fiquem bem e... atentos.



sábado, 8 de fevereiro de 2020

Visita ao CABO da ROCA


Sempre envolta em fortes neblinas matinais, a região do Cabo da Roca coloca-nos no ponto mais ocidental do continente europeu e que levou Camões a escrever nos seus célebres Lusíadas, canto III, " O ponto onde a terra acaba e o mar começa ".

A paisagem é de cortar a respiração e ali todos podemos imaginar sermos timoneiros duma qualquer mágica embarcação que nos leve pela imensidão, sem fim, dos oceanos.

Sem nos querermos identificar com D. Sebastião, ali desembarcamos em manhã de nevoeiro com grandes limitações no que respeita à visibilidade.
Por outro lado, o acesso ao interior do Farol encontrava-se encerrado obstando à aquisição de diploma que confere a nossa presença neste local, prejudicando aínda mais a nossa visita

Minimizando o lado negativo, encontramos aberta uma loja de comércio na qual conseguimos observar e captar imagens de alguns belos painéis de azulejo que vamos aqui publicar.

Seguem as imagens:

Paisagem muito limitada pelo intenso nevoeiro existente no momento

Perspectiva do farol


Seguem os magníficos painéis de azulejo






No mínimo esperamos ter contribuído para vos despertar uma visita ao local e ao magnífico Farol.
É possível obter aqui um diploma que atesta a nossa presença no local.

Voltaremos logo que tenhamos motivos para tal. Fiquem bem e... atentos.



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

VISITA ao MUSEU do PÃO (03)



Neste último capítulo dedicado ao Museu do Pão apresentamos imagens de algumas vitrinas, onde podemos admirar os vários tipos de pão que se fabricam nas várias regiões do país.
Um olhar sobre a área do bar e a reconstituição duma interessante aldeia rural, dedicada aos mais novos, composta por marionetas articuladas e em movimento, encerram esta reportagem.

Para além do bar o museu possuí um excelente restaurante onde se pode tomar uma magnífica e tradicional refeição, antes, durante ou no final da visita.

Na hora da partida mesmo ali junto à entrada temos uma mercearia com um clima rural onde se pode adquirir uma vasta quantidade de produtos regionais.

Imagens finais:
( convém clicar para abrir as imagens )
















E assim chegamos ao final de mais uma reportagem fotográfica baseada nas nossas viagens. Para quem já conhece pode aqui recordar este interessante museu. Para quem não conhece poderá servir como motivador a uma próxima visita. 
Pela nossa parte fica a promessa que voltaremos logo que haja matéria para tal, entretanto, iremos preparando novos temas para o blogue " Revisitando a História ".
Até breve. Fiquem bem.


terça-feira, 10 de setembro de 2019

VISITA ao MUSEU do PÃO (02)


Continuando com a reportagem fotográfica que fizemos durante a visita ao museu, dedicamos o capítulo de hoje  a uma pequena parte da vastíssima documentação que ali existe, em forma de folhetos, livros e gravuras.

Todo este acervo, muito bem conservado em vitrinas que permitem a sua análise, referencia de modo particular várias das épocas e personagens que tiveram a ver com a industria da panificação no nosso país.

Vamos às imagens:













Por aqui ficamos hoje. Terminaremos amanhã este reportagem com o 3º e último capítulo.
Fiquem bem. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

VISITA ao MUSEU do PÃO (01)


Nos percursos que programamos para a época de Verão estava previsto atravessar a Serra da Estrela, sem neve, para melhor podermos apreciar toda a beleza e encanto da sua rude paisagem.

Decidimos abordar a Serra pelo lado poente e ao chegarmos a Seia aproveitamos para visitar o Museu do Pão que ali fica situado.
Dividimos esta reportagem em 3 capítulos e não faremos muito mais considerações escritas para além das que se seguem pois que o Museu tem uma página própria, muito bem documentada, onde todos poderão esclarecer qualquer dúvida.

Considerado um dos maiores museus do pão a nível mundial, trata-se duma iniciativa privada que apostou num núcleo museológico inserido na Quinta Fonte do Marrão.

O projecto nasceu em 1996 envolvendo historiadores, empresários e docentes os quais procederam à recolha de espólio que se encontra patente ao público através da pesquisa em antiquários, alfarrabistas, leilões e doações.
Inaugurado em 26 de Setembro de 2002 merece sem dúvida uma visita demorada.

Passamos às imagens e, para recordar, aconselhamos a que façam clique na primeira foto para que possam apreciar as imagens em maior dimensão.













Continuaremos amanhã apresentando mais uma série de imagens deste interessante museu. Fiquem bem e... atentos.